domingo, 21 de agosto de 2011

Estou sempre tão dividida que nunca consigo ser inteira pra nada nem ninguém.

Dois nomes.
Duas profissões.
Dois homens.
Dois livros.
Duas condições.

E eu não assumo é nenhuma!
Permaneço assim, entremeada dessas tantas possibilidades.
Nunca fui boa em decidir, e tudo que foi decidido, o foi pelo inexorável.

E agora, que não encontro com o acaso faz tempo e tudo está em suspenso, esperando um dedo pra apontar qual vida eu vou viver?
E agora que não tenho ninguém pra lembrar de lembrar de me ajudar?

Já escrevi tantas vezes que sou uma pessoa solitária, mas é que jamais estive tão sozinha.
(Quase)Todos desistiram de mim, e quem ainda não desistiu já esqueceu...

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