segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Dia azul. Intermináveis dias azuis. Tudo blue na minha paróquia.

É que esse horário de verão que começa na primavera, confunde as flores, que se vêem atrasadas, sempre atrasadas.
E eu também me demorei e agora não dá mais tempo é de nada.

Meu chão já não é tão estável. Meu não já não é tão convicto.
Tudo chega se revelando aqui na frente e essa dança frenética me enauseia.

Sou essa metonímia mal formulada, displicente e renegada.
Já sou toda a dor que negligenciei.

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